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quinta-feira, 24 de março de 2016

Resenha - Aprendendo a Seduzir - Patricia Cabot

E aí coelhinhos e coelhinhas!? Estão ávidos por chocolates? Ou livros? Eu estou aceitando os dois (obrigada, de nada u_u) Enfim, estou hoje aqui para falar sim, caros amigos, de mais um livro.


Essa semana li um livro delicioso, muito digno mesmo dessa época maravilhosa de páscoa. É um doce apimentado. :D O nome do livro é Aprendendo a Seduzir de Patricia Cabot (Meg Cabot usando mais uma vez seu pseudônimo *----*).


É um romance de época e muuuuuito maravilhoso gente. Eu não curtia muito livros de época sabe, eu só lia Jane Austen (diva!), mas esse da Patricia/Meg é tão perfeito, que realmente me surpreendeu. Eu já estava esperando um livro super chato, cheio de vós, ladies e marqueses, e tem isso sim hahahah... mas de uma escrita simplesmente irresistível.





O livro conta a história de Caroline Linford, uma dama da sociedade, que está comprometida com o Marquês de Winchelsea. Em uma festa Caroline pega seu futuro marido em uma cena bem... íntima com uma outra mulher, o que leva Caroline a pensar em muitas coisas, e a faz querer aprender sobre a arte da sedução para poder conquistar seu noivo. Caroline então procura, nada mais nada menos, do que o Mr. Granville, novo rico da alta sociedade e com uma fama por toda Londres de ser o "perigo às damas".


Caroline então começa a tomar aulas com Braden (Mr. Granville), porém essas aulas, ela logo percebe, começa a sair um pouco do controle, quando entre os dois começa a sair muitas faíscas.
Entre essas aulas cheias de faíscas, existe também uma história paralela sobre a vida de Caroline e Braden. Eu diria que esse é o pai dos livros de BDSM, não que tenha cenas desse nível, mas ele (Braden) ensina Caroline a arte de do "fazer amor", como ela mesmo diz, também acho que por isso que gostei desse livro, tem todo um enredo que te prende. Tem o romance, tem a paixão, mas também tem uma história acontecendo. (Não sou fã de livros que só tem o hot nu e cru).
É um livro muito bonito, muito envolvente e Braden é um homem muito engraçado. Eu me diverti bastante lendo. Ele tem cada frase que me fazia rir sozinha.


Quem for aceitar essa dica e dar uma conferida no livro depois me contem o que achou. E só para fechar, em minha cabeça eu via o Braden como o Hugh Jackman, pela descrição toda dele no livro, um homem com jeito de mal, com um corpo forte, com algumas cicatrizes, mas ao mesmo tempo engraçado, fofo, apaixonado... ai aiai...


Estou in love com meu novo amor literário kkkkkk

Boa leitura coelhinhos e coelhinhas!! E óteeeeeema páscoa!!! Se alguém quiser me mandar chocolates só pedir meu endereço, ficarei feliz em mandar hahahahaha....
Bjinhus docessssss XoXo


quarta-feira, 23 de março de 2016

Resenha - Silo - Hugh Howies

Olá cidadãos do mundo!! Hoje não vim trazer nenhuma novidade sobre meu país (calma, não fiquem tristes), vim falar sobre um livro maravilhoso que li e gostaria de compartilhar com vocês. O nome dele é Silo do autor Hugh Howies. É um livro lançado pela editora intrínseca no ano passado e aborda temas de suspense, drama, mistério e um pouco de romance. 





Bom, eu não poderia começar a falar deste livro sem antes mencionar uma coisa, eu não sabia o que era um silo. Sim, eu sei que vai ter muita gente aí rindo de mim ( não ria u_u), mas é verdade, então como boa leitora que sou, resolvi pesquisar. Um silo é, nada mais nada mesmo que um lugar onde são armazenadas sementes em uma fazenda. ( Eu nunca estive em uma fazenda de grande porte para ter visto um silo de perto, mas... Eu olhei imagens na internet :D) E se você tem a mesma dúvida que eu, coloque no google ( pai dos que não sabem muito ) a palavra silo, e você também saberá o que é um. :D :D





Enfim, pulando essa parte de pura curiosidade ( burrice ) minha, vamos a resenha. O livro começa bem embolado, e você pensa: - Diacho, já morreu gente e eu nem sei do que o livro fala ainda... ( Não se preocupe, ainda irão morrer mais pessoas ^^ ). O início dele pode dar uma desanimada mesmo, eu mesmo desanimei, mas garanto a vocês que depois que passarem da introdução vão encontrar capítulos e mais capítulos que vão te deixar super envolvidos e que irão te prender até o fim. Nossa heroína nessa historia é Juliette ( Julles ), ela que vai nos guiar pelo mundo do silo. Basicamente a historia é, existe esse silo que você no início não sabe porque existe, por quem foi construído e porque todas essas pessoas vivem dentro dele...Você só sabe que o ar do lado de fora é totalmente tóxico e manta uma pessoa em segundos. (Louco, não?), e nesse Silo existe algumas regras, uma delas é nunca querer, ou sequer pensar em sair de dentro dele. Esse silo tem como se fosse uns tipos de "janelas", digamos assim, e essas "janelas" precisam ser limpas por fora, só que obviamente ninguém quer sair para limpar. Então, quando uma pessoa comete algum crime é condenada a fazer a "limpeza". O grande X está aí. Uma pessoa que está condenada a morte, que sabe que não vai mais poder viver, que pode ter sido acusada por um crime que não cometeu, vai para o lado de fora do silo e vai limpar as "janelas" para aqueles que estão do lado de dentro, que colocaram ela pra fora? Aí é que tá!! Todos os condenados dizem que não vaõ limpar as "janelas", juram, prometem, mas quando saem  o que eles fazem? Eles limpam. Não importa o quanto digam que não vão limpar, todos sempre acabam limpando as "janelas". (Estranho, não?? o.O )




Só que Julles chega para mudar tudo, inclusive as regras do silo e as regras da limpeza. Julles é posta para fora e ela não limpa a "janela". E é aí que tudo começa a ser revelado. Todas as mentiras começam a vir à tona. Porém, Julles descobre que a mentira era ruim, porém a verdade pode ser bem pior. E daí tudo começa a fazer sentido e o improvável pode acontecer. 
Eu não vou me estender muito, vou deixar vocês mesmo tirarem suas próprias conclusões. Se você gosta de um livro incrível, de tirar o fôlego e até mesmo o sono, esse é o livro certo para você. Silo com certeza merece ser lembrado como um dos melhores livros lançados pela intrínseca no ano passado. 
Bom, galerinha é isso aí, espero que tenham gostado... Não é o fim... Eu volto com mais livros. 
Muitos beijos para vocês XoXo


Dica de Silo: Nada é o que parece ser ;)
Até a próxima.
Fui!!!!




Resenha - Filme 50 Tons de Cinza

Cidadãos do mundo, hoje vim falar de um filme que já assisti um tempo atrás, que fez e ainda faz muito sucesso, e não podia deixar de dar minha humilde opinião sobre o mesmo. Eu fui assisti 50 Tons de Cinza de pré-estreia, e venho trazendo meu comentário sobre o filme.



Bom, o que dizer desse filme tão aguardado e que deixou muita gente maluca para vê-lo? O filme é bom, e não estou sendo puxa-saco nem nada, até porque não ganho para isso. Superou as expectativas? Para mim, não. Mas, isso é normal caros leitores, somos leitores, queremos que todas as falas, todos os gestos, cenas e tudo mais do livro estejam no filme, o que quase nunca (ou nunca mesmo) acontece. Imagina você colocar todo o livro dentro de um filme de duas horinhas. Não vai dar. Mas, claro que poderia ter sido um pouquinho melhor. Gente, nunca escondi a minha vontade de ver Ian Somerhalder como Sr. Grey, não é só porque acho ele extremamente sexy, gostoso, maravilhoso, lindo e tudo mais (amoooooooooo), mas é porque eu simplesmente vejo nele um bom ator para ser Grey. Jamie é bom, sim, ele é. Ele é um excelente ator, deu sim tudo de si, encarnou o personagem, mas para mim, faltou algo. Jamie é fofo. Eu vejo ele estrelando filmes do Nicholas Sparks, sabe, cheios de amor, drama, tristeza, ele é muito fofo. (Um gostoso extremamente fofo) Juro, que tentei ver mais atitudes nele, ver caras sexys, jeitos mais em relação a Grey, mas não consegui, toda vez que via a carinha dele, tinha vontade de por ele no colo e fazer carinho. Grey não pode ser fofo, e tive dificuldades com isso. O que dizer de Dakota? Boooooommmm, Dakota é uma boa atriz, tenho certeza que deve ter feito algum filme muito bom...(kkkkk...)



Zueiras a parte. A Dakota encarnou bem a personagem também, deu tudo de si, assim como o Jamie, chego a dizer até mesmo que ela foi melhor que ele. Até porque para mim fazer a Ana, qualquer atriz conseguiria, agora ser Grey era o grande X do filme. (X esse que não foi alcançado) Gente, agora preciso comentar, o que eram os outros atores? Eliot (hã?), Mia (oi?), José (que p.. é essa?)... Acho que gastaram o dinheiro todo na cena do planador e não teve verba para achar uns atores mais bonitinhos né?
Aliás, que cena perfeita aquela do planador. Foi o único momento que realmente lembrei que estava vendo 50 tons ( e claro, na cena do quarto vermelho, que alias foi muito bem detalhado, perfeito!!! ). É linda, ele tava lindo, ela também, a cena foi linda, foi tudo perfeito...para mim valeu ter visto o filme só por causa dessa cena. Lindaaaaaa!!!




Achei que tudo foi passado muito rápido, (porque era um filme e não um livro, perdeu-se a riqueza dos detalhes).
Agora vou falar da cena mais sem noção do filme, para mim. O que foi aquela parada na floresta para caminhada??? (Quem? Onde?) Eles do nada estão no carro, e ele diz: - Vamos caminhar. Daqui a pouco eles estão na floresta ( juro que era a mesma de Crepúsculo), caminhando ( juro que vi o Edward pulando de uma árvore para outra) e juro que pensei que ele ia virar e falar: - Ana, sou um vampiro dominador. 
 E não suficiente isso, eles vão jantar na casa de quem?? É óbvio. Da família Cullen. Estavam lá o senhor e a senhora Cullen, a irmã do Edward das visões (Mia), e o outro que era o vampiro novo (Elliot). E, pronto, fiquei aguardando ansiosamente ele levar ela para o quarto dele e fazer ela de macaquinho pulando de árvore em árvore. Bom, se querem saber minha opinião, o filme é bom sim, e vocês precisam assistir. Quando sair o próximo vou de novo e de pré- estreia novamente, porque 50 Tons merece. Não estou criticando o filme, estou dando minha humilde opinião (que não foi pedida) sobre um filme que foi ansiosamente aguardado. Se deixou a desejar? Qual filme não deixa, não é mesmo? É por isso que continuo com meus livros e sonhos com meus Greys, Rens, Kishans...imaginários. Então, vão ao cinema, fiquem loucas com o gostoso do Jamie (que alias tem uma bundinha linda), gritem muito quando ele aparecer (porque gritaram demais onde eu vi que eu quase fiquei surda) e por favor e mais importante, apresentem o depilador para a Dakota e para o Jamie. (PLEASE!!!!!) 
Boa noite seus lindos.... 

XoXo






Resenha - Dançando Sobre Cacos de Vidros - Ka Hancock

Olaaaaaaaaaaaaaa... cidadãos do mundoooooo!!! Como estão?? 
Hoje eu venho apresentar a vocês um livro muito especial para mim, que eu li essa semana e que realmente tem uma história linda e incrível. 
O nome do livro é Dançando sobre Cacos de Vidro, da autora Ka Hancock, lançado aqui no Brasil pela editora Arqueiro. Se eu pudesse definir este livro em uma única palavra seria: SENSACIONAL.
Dançando Sobre Cacos de Vidros é o primeiro livro dessa autora, que reuniu no livro dois assuntos delicados: o transtorno bipolar e o cancêr.
Ela conta a história de Michael e Lucy, um casal que tinha muitos motivos para não ficarem juntos e um só para que isso acontecesse: o amor que os unia. 



Michael sofre de transtorno bipolar, motivo que o leva a ter que fazer um tratamento contínuo e as vezes ser internado em uma clínica psiquiátrica.
Lucy carrega em seus genes a possibilidade de adquirir cancêr ao longo de sua vida, já que sua mãe morreu desta mesma doença, e ela também precisa ser acompanhada frequentemente por uma médica.
Duas pessoas com tantos problemas, mas que encontram um no outro a força e a vontade para permanecerem juntos.
A vida deles não é fácil. Michael as vezes sofre crises terríveis que o leva a passar algumas semanas na clínica. Lucy tem o primeiro diagnóstico de cancêr e precisa ser tratada. Como o próprio nome do livro diz, eles vivem dançando sobre cacos de vidros. 
O casamento deles é cheio de problemas, complicações, mas o amor deles sempre sobrevive a tudo e eles sempre encontram um jeito de recomeçar do zero. E não é assim mesmo que funciona na vida real? Quantos casais também não vivem dançando sobre cacos de vidros durante o longo de suas vidas, cheia de altos e baixos, mas sempre encontram uma maneira de estarem juntos, pois o amor é mais forte que tudo que possam passar.




Após a crise que Michael tem, e Lucy ter se recuperado do cancêr, eles decidem não terem filhos, pois nas condições em que vivem seria quase impossível criar uma criança. Não que essa criança não fosse ser amada, mas pelo histórico de internações de Michael e porque Lucy não queria ser transmissora dos seus genes doentes para um filho. 
Mas como se controla o destino, não é mesmo?
Apesar de Lucy ter feito a cirurgia que a impediria de gerar um filho, ela engravida. No início os dois não sabem o que fazer, não acham que sejam capazes de criar uma criança. Mas logo depois eles aceitam esse pequeno milagre e começam a fazer planos da nova família que se inicia.
Mas o destino as vezes pode nos reservar mistérios que nós não entendemos na hora, mas que mudam toda nossa vida. Lucy fica doente outra vez, o cancêr que uma vez a atingiu volta a surgir e desta vez mais agressivo do que antes. Lucy tem que optar entre esperar sua filha nascer e fazer o tratamento, ou abortar a criança e começar o tratamento logo, já que seu estado é grave. É aí que começa o drama desse casal, onde eles tem mais uma vez que superar os obstáculos da vida e provar o amor que um tem pelo outro. Não é fácil. Mas qual vida de casal que é? Você vai se encantar e se emocionar com o final do livro, um final surpreendente e marcante. Michael e Lucy é um casal que pode ser claramente visto na realidade, um casal lutador, apaixonado, que supera obstáculos, que são felizes, e que enfrentam dramas, mas que acima de tudo se amam. Se amam e isso os faz ficarem juntos para sempre. 
É um livro que eu indicaria para qualquer casal, mas também para um solteiro. O livro é belíssimo, tem uma riqueza de detalhes tremenda, principalmente pela doença de Michael, já que a autora é psicóloga formada. Você vai rir e chorar, vai se emocionar e torcer também pelo amor de Michael e Lucy. 
Bem, queridos, essa foi a dica de hoje. Logo estou de volta trazendo mais uma dica maravilhosa à vocês!! 

terça-feira, 22 de março de 2016

Resenha Livro Corrupt - Penelope Douglas

E aí galerinha do mundooooooooooo....??? Como estão? Curtindo muito as férias? As resenhistas não tiram férias, ou melhor, tiram férias fazendo o que mais gostam: lendo. :D E se você também gosta de ler, vem com a gente curtir mais uma super resenha da nossa nova resenhista Heidi Costa. ( Palmas para ela, kkk..)
Quero lembrar-lhes que essas resenhas são opiniões das nossas queridas resenhistas/leitoras. Não estamos ofendendo nem criticando ninguém. Cada um tem sua própria opinião sobre os livros, e que cada um respeite a do outro. Antes de mais nada recomendamos que vocês também leiam o livro, para que tenham suas próprias opiniões. ;)
Vamos lá então!? 

Nossa querida resenhista, leu essa semana o livro Corrupt da autora Penelope Douglas. 
Livro, na minha opinião, de bela capa. 
Agora vamos a opinião da resenhista.



É um livro confuso!! 



Se eu tivesse de dar 1 a 5 estrelas pra esse livro,  daria um 2! E isso porque o final foi realmente bom!

São 4 amigos e 1 garota, Erika Fane,que por toda a vida sempre foi apaixonada por um deles, Michael Crist. Eles são 4 adolescentes ricos, sem limites que se acham intocáveis, até que um dia, nas travessuras de Halloween tudo vai pro espaço. Kai, Will e Damon vão pra prisão por 3 anos e tudo o que eles conseguem pensar ao sair é se vingar de Rika(Erika). (Esse vai e volta é irritante, de modo que torna o livro um porre, mas ainda consegue dar algum sentido mais adiante.) A história entre Rika e Michael leva uma vida inteira, e esse não f#@% nem sai de cima é enlouquecedor! 


Hora tem cenas quentes de escaldar, hora tem cenas que você quer matar o cretino! A mocinha entra no hall das chatas de galocha, Tipo Ever, Eva... Enfim. Se um cara faz pra mim 1/3 do que o Michael faz pra Rika eu teria as bolas dele debaixo do salto, não enterradas em mim!
Mas ela não! 
Ele pisa e sacaneia e faz de tudo errado por ela, tira todo o dinheiro, casa ,a mãe dela, pra vingar os amigos por ficarem 3 anos presos! E isso porque ele gosta dela. (Imagina se não! ¬¬')  Amor a golpe! Afff...


Mas dai quando tudo começa a se encaixar , ele ainda não se emenda! Os ditados quem procura acha, e tome cuidado com o que deseja, vem bem a calhar para esse livro. Só vim a compreender a razão do título bem no final. Não são mocinhos bad boys, como Travor e Dominic. São garotos mimados acostumados a ter tudo a sua maneira, e quando isso lhes é tomado voltam com desejo de vingança!
E envenenados por este desejo são ainda piores. Cheguei a simpatizar com o Kai e Will, chegando a torcer por um trio entre Michael, Rika e Kai, mas a autora me deixou desejosa! Água na boca é crueldade! 

Bom, em resumo: se você gosta de melação sem sentido e ainda com um quê de suspense vale a pedida!
Com um final com tanta ação, vale a pena um pouco da raiva!  Até por que, ser corrompido pode ser muito prazeroso! 



Então é isso povo lindo... Espero vocês na próxima semana com mais resenhas. XD
Bjuuuuuss....

*Resenha de Heidi Costa
*Imagens de sites de busca internet

Resenha - Três Semanas Com Meu Irmão - Nicholas Sparks

Então amores e amoras (que saudade de dizer isso, rs), eu estou de volta.




Estou de volta para falar um pouco sobre o livro que li essa semana. Sou, talvez, a pessoa mais suspeita do mundo para falar desse livro, não pelo livro em si, (apesar de ser um dos melhores livros que li), mas pelo autor, que é o meu preferido: Nicholas Sparks. Sei que existem muitas opiniões sobre Nick (me sentindo íntima já, hehe), opiniões essas, que divergem muito. Nick é aquele tipo de autor de extremos, ou você é completamente apaixonada, ou o odeia com toda sua força, não existe meio termo, ele faz isso com as pessoas. Acho que é por isso que eu me apaixonei por ele logo no primeiro livro que li, pois também sou uma pessoa de extremos. Sou intensa, e não sei ser pela metade...



Enfim, voltando ao livro, essa semana eu li Três Semanas Com Meu Irmão, a biografia do Nick. Esse livro eu ganhei de natal das melhores amigas que alguém poderia ter (amo demais vocês meninas <3) Vocês me diriam: “Ora, mas o que tem de interessante em uma biografia? É o autor(a) falando sobre a vida dele(a) e só. Nada demais.” (Nada demais a não ser que fosse o Kurt Cobain). E eu lhe responderia: “Sim. Você tem uma certa razão.” Mas não esqueçam que estou falando de Nicholas Sparks, o homem dos extremos, assim como todos os livros dele, a biografia não poderia ser diferente e nem poderia ter ficado mais perfeita.

  

Nick resolve juntar nesse livro, além da sua história de vida, uma viagem que fez com seu irmão, Micah Sparks, ao redor do mundo. Em um capítulo você está com eles em algum lugar do mundo, e aprendendo sobre culturas, lugares, pessoas diferentes, e, em outro capítulo, você está conhecendo sobre a vida de Nick, sua infância, suas tristezas, alegrias, medos, dificuldades, sucessos... O livro também conta com fotos que eles tiraram no decorrer da viagem e também da infância deles, o que torna o livro ainda mais simples e cativante, (em minha opinião, é claro!)



Aprendi muito com esse livro, não só sobre a vida de Nick (o que já seria maravilhoso!), mas lendo as coisas pelas quais ele passou, e vendo agora onde ele chegou, eu só posso dizer uma coisa: nunca perca sua fé.
Como ele mesmo diz, muitas pessoas acham que a vida dele sempre foi como é hoje, escrevendo livros, viajando, fazendo sucesso, sendo famoso, mas não gente, nem sempre foi assim, e para ele chegar onde ele chegou, ele passou não uma, nem duas, mas muitas dificuldades. Só para vocês saberem um pouco do que ele passou, no ano que ele se casou, foi o mesmo que sua mãe morreu. Logo depois sua esposa engravidou, mas perdeu o bebê. Depois ela engravidou de novo, mas sua irmã descobriu um tumor no cérebro... e por aí vai. Como diz seu irmão no livro, a vida dele foi como uma montanha-russa, em um momento no alto, logo depois abaixo. Extremos... Nick é realmente o homem dos extremos.
Mas ele nunca perdeu a fé. E o principal, em meio a tantas dificuldades, isso o aproximou demais do irmão e é lindo o amor deles.

  
Aprendi muito com esse livro e com a vida de Nick, que por muitos motivos poderia ter desistido de lutar, perdido a esperança, virar uma pessoa triste e amargurada, mas não, ele só seguiu em frente, e aos 31 anos (isso mesmo, 31...) lançou seu primeiro livro Diário de Uma Paixão. E depois disso, foi só sucesso atrás de sucesso.
Muitas pessoas que já leram algo dele, podem dizer que é por isso que ele escreve livro não tão felizes, por causa de tudo o que passou na vida. De certa forma eu até concordo, alguns dos livros dele ele realmente escreveu homenageando algum membro de sua família (Um Amor Para Recordar ele escreveu baseado na história da irmã com o cunhado), mas é mais do que isso. Nick não escreve para causar sofrimento nas pessoas. Não vejo assim. Para mim ele escreve a vida, o cotidiano, a realidade. Nem sempre temos finais felizes, mas ele mostra através dos livros que mesmo sem aquele final feliz esperado, as pessoas encontram outros finais felizes. E não é assim mesmo a vida?
Passamos por tantas coisas, e não encontramos uma forma de continuar, de seguir em frente?
Nick não escreve contos de fadas, ele escreve sobre pessoas normais (podemos facilmente nos encaixar em alguma história dele), que tem vidas normais, desafios normais, que lutam por vidas reais.
Eu sei que muitas vezes queremos ler um livro exatamente para fugirmos da realidade, que já é tão cruel, mas os livros dele são sempre tão carregados de amor, ternura, carinho, são pessoas que além de se apaixonarem por outras pessoas, elas se apaixonam pela vida.
Nesse livro eu aprendi muitas coisas, e foi bom também saber um pouquinho mais sobre a vida do meu autor preferido. Não pensem que só tem coisas tristes neste livro, (Não mesmo) tem muito amor, tem um pouco de comédia (o irmão dele é muito engraçado, rs...) e tem muita fé. Tem muita vontade de lutar e de vencer. Esse foi de longe o melhor livro que li esse ano e que certamente vou querer relê-lo sempre que tiver oportunidade. É uma história inspiradora de um homem pobre, que passou muitas necessidades, muitas dificuldades, apanhou muito da vida, mas em que nenhum momento perdeu a fé e a vontade de viver, e que hoje em dia é um dos autores mais conhecidos no mundo, com milhares de livros vendidos e traduzidos em várias línguas, filmes baseados em seus livros, uma família linda (ele tem cinco filhos gente :o esse gosta, rs...), milhares de fãs pelo mundo (eu sou a primeira, hahahaha..) e que me inspirou e que tenho certeza vai inspirar a quem ler.
Nick se deu uma chance, e você? Vai dar?


segunda-feira, 14 de março de 2016

Resenha - Os 13 Porquês - Jay Asher

Olá galera!! Vim hoje falar de um livro que li semana passada, na verdade o reli, pois já o li a alguns meses atrás. O nome do livro é Os 13 Porquês de Jay Asher. 


Esse livro, apesar de ter alcançado o primeiro lugar do New York Times bestseller em Julho de 201 é aquele típico de livro de fundo de biblioteca, sabem? Aquele livro que está ali perdido em alguma prateleira, que as pessoas passam por ele, podem até chegar a pegá-lo, mas o largam quando encontram outro que consideram melhor. Eu acho que isso acontece: primeiro por ter um título totalmente sem nexo, segundo porque a capa também não dá muita pista e terceiro por ser de um autor que não conhecemos ainda tanto como alguns outros. E, claro, em uma época onde a leitura hot se tornou top, ler um livro com o título de Os 13 Porquês não é algo que as pessoas costumem fazer muito. Mas, mesmo ignorando todas as estatísticas(porque sou dessas u_u), eu o li meus queridos amigos leitores, e não obstante e suficiente eu o reli. XD


Bom, o livro é narrado por duas pessoas. Clay Jensen é o personagem principal, o jovem que em um dia qualquer ao voltar da escola encontra em sua caixa de correio, uma caixa de sapato com 13 fitas cassetes (super retrô), sem remetente e sem ter a menor ideia do conteúdo daquelas fitas. Hannah Baker é a voz das fitas, uma jovem que o que sabemos cometeu suicídio. Mas até então ninguém sabia o porquê. Até então... 


Hannah antes de se suicidar resolve grava 13 fitas cassetes, cada uma com uma história e com um personagem que direta ou indiretamente contribuíram para que ela tomasse a decisão de se matar. O negócio é o seguinte as fitas são repassadas entre essas pessoas, cada pessoa tem que ouvir as fitas e no meio delas encontrar sua história contada por Hannah e o motivo porque ela o considera responsável por sua morte e depois essa pessoa deve repassar esse mesmo jogo de fitas para a próxima pessoa que está na história depois da dela. Caso alguém decida não repassar as fitas, Hannah ameaça dizendo que existe uma outra pessoa com um segundo jogo das mesmas fitas e que essa pessoa divulgará o conteúdo de cada uma se essa “corrente” for quebrada. E, então, nosso querido Clay Jensen começa a ouvir as fitas e a descobrir as histórias das pessoas por trás de cada uma delas.



Não vou ficar aqui relatando o conteúdo de fita por fita, para isso vocês devem ler o livro, porém, vou dizer o que esse livro inspira. Ele fala de um tema que já considero um pouco pesado que é o suicídio, mas calma gente, não é nenhum livro triste, e não vai fazer ninguém chorar (pelo menos eu acho e.e). Para mim esse livro é aquele tipo de livro que todos deveriam ler (a Sammy, mas você diz isso de todos os livros...), mas é sério gente, esse livro especial, todos realmente deveriam ler em algum momento da vida. É um livro para adolescentes, jovens, adultos e até idosos, porque apesar do tema suicídio o livro fala sobre pessoas, sobre atitudes e consequências. A gente nunca pensa em como podemos influenciar na vida de uma pessoa, mas acredite, a gente pode. Não, queridos, não estou dizendo que essas pessoas foram realmente responsáveis por Hannah ter se matado, mas também não os tiro toda culpa. Não conhecemos totalmente uma pessoa, nunca, e não sabemos o que se passa dentro delas. Existem pessoas que são como aqueles vidros bem fininhos sabem? Que qualquer coisinha já se quebram. Acreditem que cada pessoa tem sim o poder de agir sobre a vida de uma pessoa, de forma positiva ou negativa, uma atitude, uma palavra e puff!! você pode impactar na vida de uma pessoa para sempre. Já pensaram nisso? E estamos sempre sendo impactados por algo a todo momento. 


Há algumas semanas atrás eu li um livro, que eu resolvi não resenhá-lo porque sei que vou ser alvo de muitas críticas, pois é um livro que todos consideram como romance e eu o considero como um livro totalmente destrutivo, não para todas as pessoas, mas para um certo grupo de pessoas que ao lerem esse livro vão se identificar naquelas linhas, naqueles diálogos, e, talvez, mesmo que inconscientemente serão impactadas por aquele conteúdo ali escrito. Agora mesmo, alguns de vocês que dedicaram uns minutos para lerem essa resenha vão sair daqui impactados, um grupo vai simplesmente ler esse texto e ficar por isso mesmo, mas terá um grupo (acredito eu) que vai acrescentar esse livro a sua lista de leituras e vai lê-lo. Bom leitores, eu não vou me alongar mais (mais ainda rs..), só queria dizer que se você for do grupo que vai tirar um tempo para ler esse livro, leia com a mente aberta, e após lê-lo indique a uma pessoa. Esse livro tem conteúdo demais para ser só mais um na prateleira de uma biblioteca. ;)



quarta-feira, 18 de março de 2015

Resenha - Filme 50 Tons de Cinza



Amores e amoras, estou de volta. E já vou chegar, chegando. Eu fui assisti 50 Tons de Cinza de pré-estreia, e venho trazendo meu comentário sobre o filme.

 


Bom, o que dizer desse filme tão aguardado e que deixou muita gente maluca para vê-lo? O filme é bom, e não estou sendo puxa-saco nem nada, até porque não ganho para isso. Superou as expectativas? Para mim, não. Mas, isso é normal caros leitores, somos leitores, queremos que todas as falas, todos os gestos, cenas e tudo mais do livro estejam no filme, o que quase nunca (ou nunca mesmo) acontece. Imagina você colocar todo o livro dentro de um filme de duas horinhas. Não vai dar. Mas, claro que poderia ter sido um pouquinho melhor. Gente, nunca escondi a minha vontade de ver Ian Somerhalder como Sr. Grey, não é só porque acho ele extremamente sexy, gostoso, maravilhoso, lindo e tudo mais (amoooooooooo), mas é porque eu simplesmente vejo nele um bom ator para ser Grey. Jamie é bom, sim, ele é. Ele é um excelente ator, deu sim tudo de si, encarnou o personagem, mas para mim, faltou algo. Jamie é fofo. Eu vejo ele estrelando filmes do Nicholas Sparks, sabe, cheios de amor, drama, tristeza, ele é muito fofo. (Um gostoso extremamente fofo) Juro, que tentei ver mais atitudes nele, ver caras sexys, jeitos mais em relação a Grey, mas não consegui, toda vez que via a carinha dele, tinha vontade de por ele no colo e fazer carinho. Grey não pode ser fofo, e tive dificuldades com isso. O que dizer de Dakota? Boooooommmm, Dakota é uma boa atriz, tenho certeza que deve ter feito algum filme muito bom...(kkkkk...)




Zueiras a parte. A Dakota encarnou bem a personagem também, deu tudo de si, assim como o Jamie, chego a dizer até mesmo que ela foi melhor que ele. Até porque para mim fazer a Ana, qualquer atriz conseguiria, agora ser Grey era o grande X do filme. (X esse que não foi alcançado) Gente, agora preciso comentar, o que eram os outros atores? Eliot (hã?), Mia (oi?), José (que p.. é essa?)... Acho que gastaram o dinheiro todo na cena do planador e não teve verba para achar uns atores mais bonitinhos né?


Aliás, que cena perfeita aquela do planador. Foi o único momento que realmente lembrei que estava vendo 50 tons ( e claro, na cena do quarto vermelho, que alias foi muito bem detalhado, perfeito!!! ). É linda, ele tava lindo, ela também, a cena foi linda, foi tudo perfeito...para mim valeu ter visto o filme só por causa dessa cena. Lindaaaaaa!!!






Achei que tudo foi passado muito rápido, (porque era um filme e não um livro, perdeu-se a riqueza dos detalhes).
      Agora vou falar da cena mais sem noção do filme, para mim. O que foi aquela parada na floresta para caminhada??? (Quem? Onde?) Eles do nada estão no carro, e ele diz: - Vamos caminhar. Daqui a pouco eles estão na floresta ( juro que era a mesma de Crepúsculo), caminhando ( juro que vi o Edward pulando de uma árvore para outra) e juro que pensei que ele ia virar e falar: - Ana, sou um vampiro dominador.
     E não suficiente isso, eles vão jantar na casa de quem?? É óbvio. Da família Cullen. Estavam lá o senhor e a senhora Cullen, a irmã do Edward das visões (Mia), e o outro que era o vampiro novo (Elliot). E, pronto, fiquei aguardando ansiosamente ele levar ela para o quarto dele e fazer ela de macaquinho pulando de árvore em árvore. Bom, se querem saber minha opinião, o filme é bom sim, e vocês precisam assistir. Quando sair o próximo vou de novo e de pré- estreia novamente, porque 50 Tons merece. Não estou criticando o filme, estou dando minha humilde opinião (que não foi pedida) sobre um filme que foi ansiosamente aguardado. Se deixou a desejar? Qual filme não deixa, não é mesmo? É por isso que continuo com meus livros e sonhos com meus Greys, Rens, Kishans...imaginários. Então, vão ao cinema, fiquem loucas com o gostoso do Jamie (que alias tem uma bundinha linda), gritem muito quando ele aparecer (porque gritaram demais onde eu vi que eu quase fiquei surda) e por favor e mais importante, apresentem o depilador para a Dakota e para o Jamie. (PLEASE!!!!!)
Boa noite seus lindos....
XoXo




sábado, 28 de junho de 2014

Resenha - Dançando Sobre Cacos de Vidros - Ka Hancock

Livro: Dançando Sobre Cacos de Vidros
Autora: Ka Hancock
Editora: Arqueiro









Olá galerinha!! Hoje eu venho apresentar a vocês um livro muito especial para mim, que eu li essa semana e que realmente tem uma estória linda e incrível. 




Se eu pudesse definir este livro em uma única palavra seria: SENSACIONAL.
Dançando Sobre Cacos de Vidros é o primeiro livro dessa autora, que reuniu no livro dois assuntos delicados: o transtorno bipolar e o cancêr.
Ela conta a estória de Michael e Lucy, um casal que tinha muitos motivos para não ficarem juntos e um só para que isso acontecesse: o amor que os unia. 




Michael sofre de transtorno bipolar, motivo que o leva a ter que fazer um tratamento contínuo e as vezes ser internado em uma clínica psiquiátrica.
Lucy carrega em seus genes a possibilidade de adquirir cancêr ao longo de sua vida, já que sua mãe morreu desta mesma doença, e ela também precisa ser acompanhada frequentemente por uma médica.
Duas pessoas com tantos problemas, mas que encontram um no outro a força e a vontade para permanecerem juntos.
A vida deles não é fácil. Michael as vezes sofre crises terríveis que o leva a passar algumas semanas na clínica. Lucy tem o primeiro diagnóstico de cancêr e precisa ser tratada. Como o próprio nome do livro diz, eles vivem dançando sobre cacos de vidros. 
O casamento deles é cheio de problemas, complicações, mas o amor deles sempre sobrevive a tudo e eles sempre encontram um jeito de recomeçar do zero. E não é assim mesmo que funciona na vida real? Quantos casais também não vivem dançando sobre cacos de vidros durante o longo de suas vidas, cheia de altos e baixos, mas sempre encontram uma maneira de estarem juntos, pois o amor é mais forte que tudo que possam passar.
Após a crise que Michael tem, e Lucy ter se recuperado do cancêr, eles decidem não terem filhos, pois nas condições em que vivem seria quase impossível criar uma criança. Não que essa criança não fosse ser amada, mas pelo histórico de internações de Michael e porque Lucy não queria ser transmissora dos seus genes doentes para um filho. 
Mas como se controla o destino, não é mesmo?
Apesar de Lucy ter feito a cirurgia que a impediria de gerar um filho, ela engravida. No início os dois não sabem o que fazer, não acham que sejam capazes de criar uma criança. Mas logo depois eles aceitam esse pequeno milagre e começam a fazer planos da nova família que se inicia.
Mas o destino as vezes pode nos reservar mistérios que nós não entendemos na hora, mas que mudam toda nossa vida. Lucy fica doente outra vez, o cancêr que uma vez a atingiu volta a surgir e desta vez mais agressivo do que antes. Lucy tem que optar entre esperar sua filha nascer e fazer o tratamento, ou abortar a criança e começar o tratamento logo, já que seu estado é grave. É aí que começa o drama desse casal, onde eles tem mais uma vez que superar os obstáculos da vida e provar o amor que um tem pelo outro. Não é fácil. Mas qual vida de casal que é? Você vai se encantar e se emocionar com o final do livro, um final surpreendente e marcante. Michael e Lucy é um casal que pode ser claramente visto na realidade, um casal lutador, apaixonado, que supera obstáculos, que são felizes, e que enfrentam dramas, mas que acima de tudo se amam. Se amam e isso os faz ficarem juntos para sempre. 
É um livro que eu indicaria para qualquer casal, mas também para um solteiro. O livro é belíssimo, tem uma riqueza de detalhes tremenda, principalmente pela doença de Michael, já que a autora é psicóloga formada. Você vai rir e chorar, vai se emocionar e torcer também pelo amor de Michael e Lucy. 
Bem, queridos, essa foi a dica de hoje. Logo estou de volta trazendo mais uma dica maravilhosa à vocês!! 

Bjinhux 
XoXo