E aí pessoinhas maravilhosas que me leem... Como vocês estão? Eu estou bem, obrigada! XD
Essa semana eu estava conversando com uma amiga, e ela me enviou algumas coisas pelo correio, e enfim, começamos a falar sobre nossas experiências com os carteiros. Quem nunca teve uma experiência com algum carteiro na vida? Se você ainda não teve, acredite, um dia você irá ter.
Mas, então falando com ela, e ela se acabando de rir com as minhas histórias (sim queridos, eu não só já tive experiências com o carteiro, como também não foi só com um, foram vários), e então me perguntou por que eu não escrevia sobre isso, seria um texto engraçado e que muitos se identificariam. Porque queridos, quando somos leitores que amamos nossos livros, o carteiro torna-se nosso inimigo número 1. Você não está exagerando Sammy? Claro que não amados leitores. Os carteiros estão lá, vivendo suas vidas de boas, com suas famílias, viajando, fazendo churrasquinho em casa...mas quando eles vão para rua, e estão entregando nossos amados livros, cria-se uma guerra em um universo paralelo que só nós, malucos e viciados por livros, entendemos.
Mas vamos lá. Como tenho muitas histórias com os nossos amigos carteiros, não vou poder contar tudo em um texto só, então vou escrevendo os outros durante o decorrer dos dias, semanas, meses... Mentira, não vou deixar vocês esperando tanto tempo, porque não sou carteira. (hahahahha... entenderam? Tempo, carteiro... Qual é?? Vocês entenderam né?)
Minha primeira experiência com um carteiro foi a alguns anos atrás (não lembro ao certo, mas lembro que ele estava montado em um Tiranossauro Rex :p ). Bom, amados, eu não fui agraciado com um nome do qual eu tenha que me orgulhar. Não é que meu nome seja tão feio, mas é o que fazem com ele, só para resumir, até em coelhos eu já vi meu nome (e não gostei u.u). Então, eu decidi adotar o apelido Sammy, (o qual também não adiantou muito depois que lançaram o desenho daquela tartatuga. Por Odin!!! Qual o problema do mundo com meus nomes??) Ninguém mais me conhece pelo meu nome praticamente, só minha mãe me chama por ele quando está com vontade de me matar (mas isso é assunto para outro post). Então eu recebo tudo pelo correio por esse nome. Nunca tive problemas, nunca fui questionada, nunca pediram meu rg. Nada queridos. Até um carteiro resolver falar...
Estava eu de boas, sentada na calçada da loja que minha mãe tinha e ele chegou. Notei que não tinha uma cara muito amigável, imaginei que fosse pelo Sol já que estava a temperatura miníma de um vulcão, mas logo percebi que não era por isso. Ele tinha um embrulho em suas mãos e já foi logo perguntando quem era Sammy. Estava tão alegre amigos, que não reparei na ironia do seu tom de voz, afinal eu estava a espera daquele livro a semanas (quase um mês). Eu toda serelepe e saltitante respondi que era eu. Ele mais do que rapidamente deu um sorrisinho de lado, que se fosse em outra pessoa teria me feito derreter pois adoro sorrisos de lado, mas o carteiro não era lá grandes coisas, e eu de repente fiquei com medo de que ele estivesse flertando comigo. Ele praticamente jogou o pacote encima de mim e disse "Seu nome é mesmo Sammy?". Estava realmente começando a ficar desesperada, estava com medo de ele me pedir meu whats, ou qualquer coisa assim. Foi aí, caros amigos, que ele fechou o semblante e disse "Dá próxima vez que vim escrito Sammy em seus embrulhos, você ficará sem receber." (Peraí, como assim?? Este homem estava flertando comigo e agora está a falar que não vai mais entregar minhas cartas? Onde foi que eu me perdi na conversa?)
Ele já estava se retirando, quando finalmente minha ficha caiu. Ele estava a zombar da minha cara e ainda a questionar meu nome e a dizer que não entregaria mais minhas correspondências. "Senhor, desculpe, mas acho que não interessa o nome que vem escrito aí, não é mesmo?" Eu estava tentando manter a compostura. "Claro que importa. Teu nome não é Sammy." Não tenho muita paciência, aliás, acho que já nasci sem ela. "Senhor, não importa o que vem escrito aí, pode estar escrito coco, não interessa. O que importa é o endereço, ou o senhor veio me procurando pelo meu nome? Acredito que não. Então não interessa se vem escrito meu nome, seu nome, o nome do papa nesta merda, basta o senhor entregar neste endereço e pronto,ok?" O senhor carteiro arregalou bem os olhos e creio que estava a pensar que eu era louca. Continuei. "Limite-se a ler os endereços e não os nomes das pessoas. Além do mais, como o senhor pode ter certeza que não me chamo Sammy? Posso me chamar até bunda, se for o meu nome o senhor tem que respeitar e pronto. Afinal o senhor tem que entregar por endereço e não por nomes." Queridos, ele se foi e na outra semana já era outro carteiro. Acho que ele deve ter ido fazer um curso para aprender nomes diferentes. Quem sabe...
Bom, volto logo para contar mais histórias minhas com os carteiros.. Você tem alguma?? Conte para nós!! :D
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